quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Pensando na exposição...


A exposição é uma merda.
Adoro redes sociais, internet e todos os benefícios que a informática trouxe pras nossas vidas...
Mas, não dá pra discordar que isso tudo ajuda qualquer um a se super expor.

E o que eu sempre digo é que essa exposição nunca é involuntária. As pessoas só têm acesso àquilo que nós mesmos divulgamos por aí (exceto a NSA, mas aí o problema é outro...).
Então, o raciocínio lógico é que cabe a nós mesmos dosar o tamanho dessa exposição e só divulgar aquilo que realmente não nos prejudica.

O que, pra mim, é um problema.
Sim, eu colocava todas as minhas fotos de viagem no Orkut, mas ali meu ciclo de amizades se resumia a familiares e amigos e a um ou outro amigo de infância que, um pouco distante, era uma pessoa querida.

Já no FB, por exemplo, o ciclo foi ampliado, com pessoas de quem eu nem lembro muito bem, pessoas do trabalho e etc...
Resultado: eu tomo mais cuidado. Claro que o cuidado é relativo. Não coloco minhas fotos de biquíni ou em situações vexatórias, afinal, não quero agredir ninguém com minhas gordurinhas e nem fazer uma reunião um dia com alguém que viu uma foto comprometedora...

Mas não tenho pudor em colocar coisas relacionadas com álcool, porque não tenho vergonha de dizer que gosto de beber vinho, cerveja, etc, e não tenho problemas com alcoolismo (ainda bem!) e uma ou outra crítica à classe política brasileira, como qualquer cidadão.
Contudo, por exemplo, evito compartilhar grandes críticas ao governo, já que trabalho pra ele. Nem acho isso ético...

Agora, quando abro um espaço pra escrever o que eu penso, não quero ter que tomar tanto cuidado. Mas sei que tenho. Afinal, costumo ser muito enfática em minhas opiniões, às vezes, e isso pode fazer com que o texto escrito fique muito duro e seja muito mal interpretado. A última coisa que quero é ofender alguém (mas também não quero agradar a todos, o que seria impossível...).
Enfim, vou ver se consigo revisar os textos antes de publicá-los e, quem sabe, contar com o auxílio do maridão, como uma espécie de censor...

De qq forma, conto com os comentários de quem estiver lendo meus textos (gentis e educados, por favor!) para que eu possa me orientar melhor também!

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